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Liga de futebol americano universitário estreia capacete refrigerado

Estados Unidos, a liga universitária de futebol americano traz novidades tecnológicas ao esporte. A universidade da LSU, que iniciará sua temporada neste domingo, 3, diante da Florida State, às 20h30 (de Brasília), lançará capacetes que contam com ar condicionado, regulando a temperatura do equipamento para os atletas.

O Cyclone, foi desenvolvido pela startup Tigraire, do empresário Jack Karavich, em colaboração com o time de futebol americano LSU Tigers. Consiste em ventiladores duplos projetados para caber entre o acolchoamento dentro de um capacete de futebol para proporcionar um ambiente de jogo mais fresco e confortável.

A segunda versão do  projeto, chamado de “Cyclone v2”, passou por melhorias nos últimos três anos, até ser liberado para a equipe utilizar nesta temporada. O item conta com bateria que dura até cinco horas, sendo que as partidas costumam ter duração de duas horas e trinta minutos, e terá vida útil de quatro anos.

“É um sentimento maravilhoso. Se eu correr com isso, não vou nem suar. É muito fresco aqui dentro”, relata Mac Markway, que joga de tight end para os Tigres de Luisiana. “Meu Deus, eu preciso disso. Quanto dura isso? Cinco horas? Incrível”, completou o defensive tackle Mekhi Wingo.

Nos últimos anos, houve grandes avanços tecnológicos e de diversas novas ferramentas nas mais variadas áreas da sociedade. E os esportes, obviamente, não iriam ficar para trás. “A tendência é que, cada vez mais, surjam novos equipamentos e novas tecnologias, que são extremamente bem-vindas, uma vez que, quando implementados de maneira eficaz, contribuem positivamente tanto para o desempenho e rendimento dos atletas, quanto para a qualidade do espetáculo como um todo”, avalia o cofundador e head de inovação do Arena HUB, Fernando Patara. A beleza e a funcionalidade dos equipamentos esportivos dão as mãos para os saltos científico. “Quando se trata da produção de novas coleções de roupas esportivas, percebemos uma relação cada vez mais estreita entre a estética e a tecnologia”, diz Fernando Kleimmann, sócio-diretor da Volt Sport. É movimento interessante.